Gráfica e Editora do TSE garantem mais economia e agilidade na produção de publicações

Entre as obras de destaque, está o Código Eleitoral Anotado e Legislação Complementar. Materiais são disponibilizados no Catálogo de Publicações do Portal do TSE

Gráfica do TSE - 27.07.2021

De cartões de visita a prismas. De certificados a livros. De crachás a revistas. De livretos a grandes totens de sinalização. Esses e outros itens são produzidos na editora e na gráfica do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), criadas com o objetivo de garantir mais economia e agilidade na produção de materiais de comunicação e publicações da Corte Eleitoral.

Todas as atividades de criação, produção e impressão desses materiais são feitas pela Coordenadoria de Editoração e Publicações (Cedip), área ligada à Secretaria de Gestão da Informação (SGI) do Tribunal. As obras são disponibilizadas no Catálogo de Publicações do Portal do TSE, sendo organizadas em ordem alfabética.

Para realizar tudo isso, a Cedip conta com três unidades: a Seção de Editoração e Programação Visual (Seprov); a Seção de Preparação e Revisão de Conteúdos (Seprev); e a Seção de Serviços Gráficos (Segraf).

As obras ou livros a serem publicados pela editora devem ter valor institucional e ser voltadas para trabalhos técnicos ou para uso dos servidores da Corte Eleitoral, abrangendo sempre temáticas eleitorais e de auxílio às atividades. Qualquer unidade do TSE pode utilizar os serviços da área.

“A editora e a gráfica nos permitem melhor dinâmica e maior otimização, pois garantem agilidade para atendermos demandas em prazos reduzidos”, destaca o coordenador de Editoração e Publicações do Tribunal, Washington de Oliveira.

O início

Em 1998, o TSE já contava com uma seção específica para publicações técnico-eleitorais, que revisava e diagramava os materiais. De maneira informal, havia também um serviço de reprografia. Com a expansão das demandas, no entanto, foi criada efetivamente a Cedip, em 2006. A editora então ganhou o status de Coordenadoria. Atualmente, 34 pessoas integram a equipe, entre servidoras, servidores, colaboradoras e colaboradores e técnicos.

Com o aumento na quantidade de produtos, a área passou a contar com equipamentos de plotagem no parque gráfico, usados pelo TSE para a impressão de materiais de grandes dimensões, como banners, totens e saias de mesas, entre outros. Vários itens de sinalização do Centro de Divulgação das Eleições (CDE), por exemplo – que recebe a imprensa no período eleitoral –, foram impressos nesses equipamentos.

Entre os trabalhos mais marcantes da Cedip, estão a produção das edições atualizadas do Código Eleitoral Anotado e Legislação Complementar, geralmente lançadas a cada ano eleitoral, e a publicação com as instruções para as eleições. Materiais para o “Seminário Internacional Fake News e Eleições” e obras voltadas ao tema “Mais Mulheres na Política” também marcaram os últimos dois anos.

Os materiais visuais produzidos para as exposições “A construção da voz feminina na cidadania”, “Eleição de 1933: o limiar da Justiça Eleitoral, “Diplomação na República Brasileira” e “Eleições no Brasil: a Conquista da Transparência e da Legitimidade” também estão entre as produções gráficas que mais se destacaram nesses anos da Cedip, especialmente por promoverem o resgate de fatos marcantes da história eleitoral no Brasil.

Funções

Cabe ao gabinete da Cedip coordenar os trabalhos, receber as demandas e os briefings das áreas, para que saiam conforme o planejado, atuando como um editor-chefe.

Já a Seprev prepara os conteúdos e realiza a revisão ortográfica e gramatical de todo o material, visando padronizar a publicação, seguindo sempre as regras dos manuais de redação oficial, como o Manual de Redação Oficial do TSE e as determinações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). “Dependendo do texto, e quando necessário, alguns trechos são reescritos, para aprimorar o texto original e imprimir clareza, concisão e adequação dos enunciados ao gênero textual”, explica Tatiana Viana Fraga, chefe de Seção.

A Seprov cuida da arte gráfica, propondo o design dos materiais. Além disso, faz a diagramação e paginação de alguns deles, tornando-os visualmente mais atrativos. “Todos os trabalhos são especiais, dos mais simples aos mais complexos. Entretanto, alguns, por alguns motivos, marcam mais, como a “Exposição dos 20 anos da Urna Eletrônica”, ressalta o chefe substituto da Seprov, Paulo Ricardo Tancredo.

Por sua vez, cabe à Segraf a etapa final dos trabalhos, já que a Seção funciona como uma gráfica dentro do TSE. Podem ser impressos nos equipamentos digitais vários livros, livretos, banners, cartazes e crachás, entre outros. Na gráfica do Tribunal, também são feitos alguns serviços reprográficos, como cópias e encadernações. “Além disso, somos responsáveis pela fiscalização de contratos com gráficas que envolvem impressão de grandes volumes, como cadernos de votação e lacres de urnas”, explica Camila Melo Oliveira, chefe da Segraf.

MM/LC, DM

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